Um post de morte
A morte, um tema tão actual desde que o primeiro dito ser vivo a caminhar o planeta deixou de o ser. Perdeu tudo numa aposta de poker, o ser, o vivo e o caminhar. O senhor mafiossauro não gosta de ser enganado e partir-lhe as rótulas é uma boa maneira de o mostrar. Pronto, já estou a extraviar demasiado, peço desculpa.
O tema da morte, sempre algo controverso é sempre uma boa maneira de matar uma conversa, um pouco como perguntar as horas ou falar sobre o estado do tempo, temas esses que podem levar à morte violenta e dolorosa do indivíduo que indaga sobre os mesmos, levando a um ciclo vicioso tal que toda a Humanidade está em risco se continuarem a existir esses seres de inteligência suprema que sabem animar uma conversa opinando sobre a formação de cumulus nimbus sobre as nossas desatentas existências.
É no entanto um tema que está presente na psique quase desde que nascemos até que, obviamente, morremos, e nos faz perguntar coisas como: "O que será que vai acontecer quando morrermos?", "Haverá outro vida após essa, e se sim, será que há MacDonalds lá?" ou a já favorita "Haverá TV por cabo para poder assistir a todos os jogos do Benfica para lá da minha existência carnal finita?" (são apenas exemplos, não comecem agora "E o Burger King?", "Eu torço pelo Penafiel" e o raio, eu não quero saber, vão morrer longe - novamente o tema da morte).
Na minha singela opinião, acredito que o ser humano se torne melhor profissional quando morre, sempre é mais rigoroso, daí o denominado rigor mortis, tem é um nadinha mais dificuldade de se mexer, mas sempre aqueles a que chamaram moles durante toda a vida, podem mostrar o quanto podem ser rijos (jovens, não levem isto para más interpretações originadas pelo excesso de hormonas sim?).
A morte está no vocabulário quotidiano, aquando por exemplo um colóquio qualquer do género "A TVI morreu desde que os intervalos se tornaram mais interessantes do que a programação em si" ou "O autor deste blog vai morrer por ter feito este post de treta".
A verdade universal é esta, a nossa vida é tal como uma função que tende para a morte, aumentando exponencialmente a tendência para esta por cada ano passado nesta vida terrena (ou marena se formos marinheiros, ou aérea se formos trapezistas). Claro está que há sempre aqueles palermas que dizem desafiar a morte mas esta guarda sempre o trunfo pro fim e adivinhem, ganha sempre. Ah, nem sabes o que te espera, Evil Knievel.
Acho que sobre a morte é isto que vos tenho para dizer, também não tenho muita experiência sobre a dita, aquando a obtiver prometo acrescentar mais qualquer coisa a este post. E quando virem uma luz branca muito forte ao fundo do túnel, não avancem para ela, é o metro a chegar.
Wrongroad, over and out.
O tema da morte, sempre algo controverso é sempre uma boa maneira de matar uma conversa, um pouco como perguntar as horas ou falar sobre o estado do tempo, temas esses que podem levar à morte violenta e dolorosa do indivíduo que indaga sobre os mesmos, levando a um ciclo vicioso tal que toda a Humanidade está em risco se continuarem a existir esses seres de inteligência suprema que sabem animar uma conversa opinando sobre a formação de cumulus nimbus sobre as nossas desatentas existências.
É no entanto um tema que está presente na psique quase desde que nascemos até que, obviamente, morremos, e nos faz perguntar coisas como: "O que será que vai acontecer quando morrermos?", "Haverá outro vida após essa, e se sim, será que há MacDonalds lá?" ou a já favorita "Haverá TV por cabo para poder assistir a todos os jogos do Benfica para lá da minha existência carnal finita?" (são apenas exemplos, não comecem agora "E o Burger King?", "Eu torço pelo Penafiel" e o raio, eu não quero saber, vão morrer longe - novamente o tema da morte).
Na minha singela opinião, acredito que o ser humano se torne melhor profissional quando morre, sempre é mais rigoroso, daí o denominado rigor mortis, tem é um nadinha mais dificuldade de se mexer, mas sempre aqueles a que chamaram moles durante toda a vida, podem mostrar o quanto podem ser rijos (jovens, não levem isto para más interpretações originadas pelo excesso de hormonas sim?).
A morte está no vocabulário quotidiano, aquando por exemplo um colóquio qualquer do género "A TVI morreu desde que os intervalos se tornaram mais interessantes do que a programação em si" ou "O autor deste blog vai morrer por ter feito este post de treta".
A verdade universal é esta, a nossa vida é tal como uma função que tende para a morte, aumentando exponencialmente a tendência para esta por cada ano passado nesta vida terrena (ou marena se formos marinheiros, ou aérea se formos trapezistas). Claro está que há sempre aqueles palermas que dizem desafiar a morte mas esta guarda sempre o trunfo pro fim e adivinhem, ganha sempre. Ah, nem sabes o que te espera, Evil Knievel.
Acho que sobre a morte é isto que vos tenho para dizer, também não tenho muita experiência sobre a dita, aquando a obtiver prometo acrescentar mais qualquer coisa a este post. E quando virem uma luz branca muito forte ao fundo do túnel, não avancem para ela, é o metro a chegar.
Wrongroad, over and out.

5 Comments:
Há tanta coisa a dizer sobre este tema que o melhor é nem sequer dar corda à língua (que é como quem diz aos dedos). Digo só que a Morte não é tão má como muita gente a vê... Há até quem diga que a Morte pode ser uma benção. Eu digo que se viver é isto, então morrer não pode ser tão mau quanto isso... Aliás, a ideia do vazio total sempre me fascinou um bocado (another time, another place...).
Termino com uma quote genial que é das minhas preferidas acerca da Morte:
"I said to Life, I would hear Death speak. And Life raised her voice a little higher and said, You hear him now."
Abraço
Bruno Almeida.
a morte tem medo do Chuck Norris. Por isso, caguei pra ela. :P
ah e faltou-me dizer... Cuidado que levar no cu faz caspa...no cabelo...da cabeça, não é nos cuelhos... Fica bem, sr. Sentido Proibido :P Estrada Errada?... homem do ferro (de passar)?... :P fdx, vou dormir k tou todo keimadinho :S :P
uhuh morte..A Morte..
Pah, eu não sei..mas luzes brancas ao fundo de um túnel.. isto sendo um metro.. Pah não é muito credivel. As estações teriam de ser escuras para poderes reparar na luminosidade da coisa.. E não são :\ buá
* * *
fuuuuuu, inda bem q o metro de castro inda n tá pronto ;P
Enviar um comentário
<< Home